Você não possui uma vontade imparcial, ou inclinada para aquilo que é bom; você escolheu o mal, e continua a escolhê-lo... Durante o tempo que quiser, você poderá exortar um homem cego a enxergar, porém ele não enxergará. O quanto quiser, você poderá exortar um homem morto a viver, porém ele não viverá somente através da sua exortação. Algo mais é necessário... A intenção de Deus era que Lídia fosse salva. No entanto, você sabe que nenhuma mulher foi salva contra sua vontade. Deus nos faz dispostos no dia do Seu poder, e a Sua graça não viola a vontade humana, mas triunfa docemente sobre ela. Nunca haverá alguém arrastado para o céu pelas orelhas; saiba disso. Nós iremos para lá de coração e porque desejamos” (C. H. Spurgeon).
A esperança e oração é que os leitores deste volume consigam vivenciar um pouco as experiências dessa figura solitária do final do século VII e início do VI a.C. e apreender algo da profunda relevância de seu chamado para seu próprio povo para que fossem verdadeiros com sua aliança com o Senhor e vivessem em conformidade com essa aliança.
Por meio deste estudo, somos conduzidos ao entendimento mais amplo do que é uma bênção, de forma a compreendermos a riqueza e a plenitude do termo no contexto bíblico. Estou encantado com esta nova e acessível contribuição à teologia bíblica.