D. Martyn Lloyd-Jones (1899-1981), pregou estes sermões em 1951 na Capela de Westminster em Londres. Foram tempos difíceis para as pessoas da Grã-Bretanha; de fato, para todo o mundo ocidental. A Segunda Guerra Mundial acabara pouco tempo atrás, e, como consequência, surgiram vários problemas econômicos, políticos, nacionais e pessoais. No entanto, havia também a ameaça da Guerra Fria, com o temor de uma guerra nuclear que pairava sobre os dois lados. Não se sentia a mesma euforia como depois da Primeira Guerra Mundial; as pessoas estavam ansiosas e temerosas.
O objetivo era consolador, fortalecer e edificar os cristãos na sua “santíssima fé” (Jd 20) e conduzir os incrédulos ao conhecimento do único caminho em que homens e mulheres podem enfrentar questões de vida e morte. Ele procurou mostrar que estas palavras conhecidas eram relevantes não apenas em funerais, mas que podiam ser aplicadas a todas as facetas da nossa vida, e o seu modo de lidar com essas palavras era característico do seu ministério.
Ficha técnica
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"Lembro-me de sete anos atrás quando li pela primeira vez A vida de Deus, de quando tirei o livro da estante. Praticamente todas as páginas estavam marcadas com sublinhados, notas e pontos de exclamação. Veio-me à mente o quanto este livro havia me tocado profundamente. Até mesmo as notas nas margens despertavam antigos afetos.
Há livros cuja visão é tão profunda e nítida que fazem ecoar a verdade de suas páginas como o dobrar de um grande sino, perfeitamente óbvio, porém raro e precioso. Eles desvelam o coração do homem e Deus com uma iluminação tão potente que a verdade não apenas apareceu à minha mente, como também foi criada em meu coração."
John Piper