John Owen (1616-1683), outrora capelão de Oliver Cromwell e vice-chanceler da Universidade de Oxford, foi de comum acordo o maior dos teólogos puritanos. Ele foi um escritor prolífico e magistral. Owen escreveu sobre Hebreus com vários propósitos em mente. Acima de tudo, a glória de Jesus Cristo como o divino Salvador e Senhor de cristãos e igrejas sempre foi sua suprema preocupação teológica, devocional e doxológica. Ele desejava vindicar o verdadeiro significado da carta como um sermão sobre a graça soberana de Deus no coração humano.
Ficha técnica
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Os sermões sobre este primeiro capítulo de Efésios, iniciados na Capela de Westminster aos domingos de manhã no outono de 1954, evidenciam ser o ponto inicial do tratamento prolongado que o autor deu a vários livros do Novo Testamento. A esta altura o Dr. Lloyd-Jones já tinha 25 anos do ministério pastoral, e suas convicções sobre como se deve ensinar as Escrituras estavam plenamente amadurecidas. Os sermões sobre Efésios foram, portanto, em certo sentido, um novo ponto de partida. A aérie sobre Romanos viria a seguir em 1955.
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Conheça um pouco mais sobre o livro nesse vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=fiBt3OXuUFQ
EDITORES:
ALISTER MCGRATH
& J.I.PACKER
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Por que deve o leitor moderno considerar os primeiros capítulos de Atos dos Apóstolos? Dr. Lloyd-Jones responde: “A fim de descobrir o que é a Igreja Cristã, qual é sua mensagem e o que ela foi destinada a fazer neste mundo”.